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Devocional

Antes de morrer, José disse a seus irmãos: “Estou à beira da morte. Mas Deus certamente virá em auxílio de vocês e os tirará desta terra, levando-os para a terra que prometeu com juramento a Abraão, a Isaque e a Jacó”. Gênesis 50.24

 

José é um exemplo para nós em qualquer situação de vida, inclusive na hora da morte. O que ele diz aqui demonstra que ele tinha uma fé tremenda. Foi diferente de seus irmãos, que começaram a duvidar assim que a situação mudou, com a perda do apoio do pai. José fica firme na fé até o fim da vida. Ele ainda profetiza para o tempo depois de sua morte e tem certeza da fidelidade de Deus em relação às Suas promessas, que só se cumpririam trezentos anos depois. “Deus disse”. Esta era a base de sua fé inabalável. E isto era suficiente para José.

Durante séculos, seu cadáver anunciou: “Deus disse”. “Quando o faraó não quiser liberar vocês, Deus disse que ele terá de fazê-lo mesmo assim”. Os gigantes e as dificuldades que quiserem impedir o cumprimento das promessas não poderão fazê-lo, pois Deus disse.

Esta é a verdadeira fé, que se apoia na Palavra escrita de Deus e não se deixa conduzir por circunstâncias visíveis e contraditórias.

Adote isto como lema para este dia: Deus disse, e por isso eu creio!

 

 

Texto retirado do livro "Encorajamento para o seu dia a dia | 70 meditações cheias de promessas", de Ernesto Kraft.

https://www.alfaeomega.com.br/products.php?product=Encorajamento-para-o-seu-dia%252da%252eus”.ddia%3A-70-meditacoes-cheias-de-promessas

Muitos “assim chamados cristãos” correm dessa forma, acompanhando o rebanho, ou seguem Jesus à distância, como Pedro. É o que a história a seguir ilustra.
Até poucos anos atrás, os frequentadores de uma igreja na Dinamarca tinham um costume: cada um que chegava à porta da igreja fazia uma reverência, curvando-se para a esquerda. Chegou então um pároco novo. Ele viu aquilo e quis saber o motivo para esse gesto. Perguntou aos mais jovens – eles não sabiam. Só tinham visto os mais velhos procedendo assim. Ele perguntou então aos mais idosos – nunca tinham pensado sobre isso. Sabiam apenas que sempre tinha sido assim e provavelmente era necessário continuar agindo da mesma forma. Todos se curvavam, e ninguém sabia por quê. Alguns anos depois, a igreja passou por uma reforma. E então o enigma foi resolvido. Ao arrancar o revestimento de gesso à esquerda da porta da igreja, descobriu-se ali um afresco antigo, mas ainda bem conservado, que retratava a Virgem Maria com o bebê Jesus. Estava explicado! Antigamente, as pessoas curvavam-se diante do quadro; mais tarde, alguém o cobriu com gesso e ele foi esquecido. Mas a reverência continuava sendo prestada, embora por fim ninguém mais soubesse o motivo.
Infelizmente parece inegável que o cristianismo de muitas pessoas segue o mesmo padrão, não é? A pessoa curva-se em oração, mas não sabe direito por quê. Só imita o que outros fazem. Canta o que outros cantam; ora o que outros oram; crê o que outros creem, sem estar convencido do que faz e da verdade daquilo que alega crer.
Mas Jesus deseja compromisso pessoal de cada seguidor, pois ele conhece cada um de nós por nome. Em João 10.3 lemos: … Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora.
“Quanto a você, siga-me!” Este é o chamado de Jesus também para hoje, e também especificamente para você. O Senhor quer que sigamos somente a ele, não permitindo que pessoas ou circunstâncias nos dirijam. Quem segue a Jesus dessa forma não viverá amarrado pelo pecado ou na escuridão, mas andará na luz, que traz alegria e felicidade.