Devocional

 

Tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé. Hebreus 12.2

Jesus é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. Esse é o nosso maior consolo na vida! Ele é o autor (o que começa) e o consumador (o que termina) a nossa fé.

No Antigo Testamento repete-se três vezes essa tremenda afirmação, de que Deus é o primeiro e o último.

Deus não se manifestou como o primeiro e o último na vida de Jacó? Sim. Ele sabia muito bem quem estava chamando, pois já o conhecia desde o ventre da mãe. Lemos em Isaías 44.2: Assim diz o Senhor, que te criou, te formou desde o ventre, e que te ajuda: Não temas, ó Jacó, servo meu, ó amado, a quem escolhi.

Deus não apenas começou com Jacó, mas também continuou o trabalho na vida dele mesmo após Jacó revelar ser uma pessoa bastante difícil. 

Você também tem um caráter difícil como Jacó, ou então se sente inseguro, inútil? Lembre-se que Jesus sabe muito bem quem você é, o chamou e não vai abandoná-lo, assim como também não desistiu de Jacó.

Ele é fiel e não desiste de nós, o que ele começou, também terminará. Como primeiro e último ele determina o tempo de sofrimento e também a intensidade da tribulação. Até aqui e nada além disso. Se você está passando por provações ou por um vale de sofrimento, quero lhe dizer as palavras mais encorajadoras: Jesus é o primeiro e o último, e ninguém poderá tirar você da sua poderosa mão!

 Eu sou o Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim. Apocalipse 22.13

 

 

 

Texto retirado do livro "Consolo e Esperança" para o seu dia a dia, 365 meditações cheias de promessas de Ernesto Kraft.

Muitos “assim chamados cristãos” correm dessa forma, acompanhando o rebanho, ou seguem Jesus à distância, como Pedro. É o que a história a seguir ilustra.

Até poucos anos atrás, os frequentadores de uma igreja na Dinamarca tinham um costume: cada um que chegava à porta da igreja fazia uma reverência, curvando-se para a esquerda. Chegou então um pároco novo. Ele viu aquilo e quis saber o motivo para esse gesto. Perguntou aos mais jovens – eles não sabiam. Só tinham visto os mais velhos procedendo assim. Ele perguntou então aos mais idosos – nunca tinham pensado sobre isso. Sabiam apenas que sempre tinha sido assim e provavelmente era necessário continuar agindo da mesma forma. Todos se curvavam, e ninguém sabia por quê. Alguns anos depois, a igreja passou por uma reforma. E então o enigma foi resolvido. Ao arrancar o revestimento de gesso à esquerda da porta da igreja, descobriu-se ali um afresco antigo, mas ainda bem conservado, que retratava a Virgem Maria com o bebê Jesus. Estava explicado! Antigamente, as pessoas curvavam-se diante do quadro; mais tarde, alguém o cobriu com gesso e ele foi esquecido. Mas a reverência continuava sendo prestada, embora por fim ninguém mais soubesse o motivo.

Infelizmente parece inegável que o cristianismo de muitas pessoas segue o mesmo padrão, não é? A pessoa curva-se em oração, mas não sabe direito por quê. Só imita o que outros fazem. Canta o que outros cantam; ora o que outros oram; crê o que outros creem, sem estar convencido do que faz e da verdade daquilo que alega crer.

Mas Jesus deseja compromisso pessoal de cada seguidor, pois ele conhece cada um de nós por nome. Em João 10.3 lemos: … Ele chama as suas ovelhas pelo nome e as leva para fora.

“Quanto a você, siga-me!” Este é o chamado de Jesus também para hoje, e também especificamente para você. O Senhor quer que sigamos somente a ele, não permitindo que pessoas ou circunstâncias nos dirijam. Quem segue a Jesus dessa forma não viverá amarrado pelo pecado ou na escuridão, mas andará na luz, que traz alegria e felicidade.